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Saiba o que aconteceu no maior encontro sobre investimento nos EUA

A fala de Ricardo Zuniga, cônsul-geral dos Estados Unidos em São Paulo, sobre o valor da parceria Brasil-EUA deu o tom da 3ª Conferência SelectUSA Brasil. Ele afirmou que o investimento direto brasileiro no país americano cresceu 89% entre 2011 e 2015. “O Brasil é a maior fonte de investimentos dos EUA na América do Sul”, disse. As subsidiárias de empresas brasileiras em território ianque, acrescentou, exportam 5,6 bilhões de dólares em produtos e serviços para outros países. O interesse em fazer negócios nos Estados Unidos levou mais de 230 empresas brasileiras a participarem da terceira edição do evento organizado pelo programa do governo americano SelectUSA, que estimula o investimento estrangeiro nos EUA, entre os dias 6 e 9 de dezembro em São Paulo, Curitiba e Porto Alegre. Esta edição teve representantes dos estados de Connecticut, Flórida, Geórgia, Maryland e Minnesotta, além de palestras e painéis com especialistas no assunto sobre os desafios e benefícios de entrar no mercado americano. “O plano de negócios é a base da internacionalização. Abrir uma empresa nos EUA não significa apenas uma mudança de endereço, mas a criação de uma estratégia inteira para o novo investimento”, pontuou Bruno Drummond, sócio da consultoria internacional Drummond Advisors. Havia empresas de vários ramos, com destaque para os setores de TI, alimentos e bebidas e cosméticos. Quase um terço do público total atua em um desses segmentos e cerca de 70% nunca realizaram atividades comerciais nos EUA. Metade dos participantes buscam abrir uma subsidiária ou afiliada nos EUA; uma parte expressiva quer iniciar ou ampliar exportações (39%) e o restante deseja encontrar fornecedores para importar para o Brasil (11%). Leandro França, gerente de comércio internacional da Orbi Química, foi pela segunda vez ao evento. Neste ano, ele subiu ao palco para compartilhar sua experiência com a plateia. “Participar do SelectUSA foi o passo inicial da internacionalização da Orbi. Entendemos a necessidade de escolher um estado americano para investir, os trâmites da abertura da empresa nos EUA e o processo de obtenção de visto”, conta França. A fabricante de soluções para o setor automotivo, industrial e de construção civil está na fase de licenciamento dos produtos nos EUA e planeja abrir uma subsidiária no estado da Geórgia. Leia mais: Quer trabalhar nos EUA? Veja o passo-a-passo para imigrar. Empresas brasileiras elevam procura por parcerias nos EUA.

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Estão abertas as inscrições para a 3ª Conferência SelectUSA Brasil

A Drummond Advisors será palestrante da terceira edição da Conferência SelectUSA Brasil, organizada pelo programa do governo norte-americano SelectUSA para facilitar o investimento de empresas brasileiras nos Estados Unidos. O evento acontece entre os dias 6 e 9 de dezembro em São Paulo, Curitiba e Porto Alegre, onde discutirá os principais passos da internacionalização, além de fornecer informações exclusivas sobre o acesso ao mercado ianque. Realizada também pelo Serviço Comercial dos Estados Unidos no Brasil, a conferência proporciona aos participantes contato direto com entidades governamentais, especialistas e cases de sucesso. A programação inclui seminários e reuniões pré-agendadas com importantes players que atuam no mercado americano e agências de fomento de cinco estados do país: Flórida, Connecticut, Geórgia, Maryland e Minnesota. Confira datas e locais do evento: 6/12 – Terça-feira, Conferência SelectUSA Brasil/ São Paulo 2016 Local: Amcham Brasil – São Paulo 7/12 – Quarta-feira, Conferência SelectUSA Brasil/ Curitiba 2016 Local: Amcham Brasil – Curitiba 9/12 – Sexta-feira, Conferência SelectUSA Brasil/ Porto Alegre 2016 Local: Federação da Indústria do Rio Grande do Sul (FIERGS) Programação: 08h às 08h50 – Credenciamento e café da manhã 08h55 às 12h45 – Seminário “Como abrir uma empresa e prosperar nos EUA” 12h45 às 14h – Almoço de negócios 14h às 17h – Salas de atendimento individual com experts e agências de fomento econômico dos EUA Faça sua inscrição gratuita pelo website da conferência. Leia mais: Empresas brasileiras elevam procura por parcerias nos EUA.

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Empresas brasileiras elevam procura por parcerias nos EUA

[Matéria publicada pelo jornal Valor Econômico]. Por Juliano Basile Em meio à recessão, empresas brasileiras estão buscando os Estados Unidos para diversificar investimentos, reduzir riscos, volatilidade e alcançar tanto os consumidores daquele país quanto novos mercados na Ásia com os quais os americanos possuem tratados comerciais. A embaixadora dos EUA no Brasil, Liliane Ayalde, acredita que os investimentos de empresas brasileiras naquele país poderão ultrapassar o patamar de US$ 22 bilhões, que foi registrado em 2014. A medição de 2015 ainda não foi realizada pelo Departamento de Comércio, mas a busca por novas parcerias de negócios nos EUA está crescendo. Uma demonstração disso é que o Brasil se tornou a sétima maior comitiva do programa SelectUSA, lançado pelo presidente Barack Obama para aumentar os investimentos de empresas estrangeiras nos EUA e que realiza a terceira reunião anual durante esta semana, em Washington. O Brasil só está atrás de quatro asiáticos (China, Japão, Taiwan e Índia), do Canadá e da Suíça. “Hoje, temos empresas pequenas que nunca pensaram antes em fazer investimentos fora do Brasil, e empresas grandes também”, disse a embaixadora, citando a Oxiteno, empresa do setor químico com parceria em andamento com os EUA. “Para nós, isso é muito importante. As companhias têm um número de iniciativas relevantes e conseguem obter muito sucesso no os EUA”, afirmou ao Valor. Para Ayalde, a diversificação de investimentos no exterior pode ajudar as empresas brasileiras no momento de dificuldades econômicas no Brasil. “Há muitas oportunidades de investir, de crescer, de fazer negócios e procurar mercados em outros países também”, afirmou. Segundo a embaixadora, os EUA estão procurando facilitar as parcerias, fornecendo informações sobre os locais mais adequados para se realizar negócios e as condições de investimentos. Dentro do programa SelectUSA, diferentes Estados americanos, como Iowa e Tennessee, procuram atrair companhias estrangeiras para os seus territórios. “Aqui, as empresas vão conseguir muita informação sobre como fazer negócios nos Estados Unidos.” O Brasil tem 48 inscritos na SelectUSA, entre empresas e entidades de promoção de comércio e investimentos. A lista vai desde grandes companhias de trading até empresas menores, como a Rádio Televisão de Uberlândia. A maioria dos inscritos é do Estado de São Paulo (43%). Outros 18% são do Rio de Janeiro, 14% de Minas Gerais e 10% do Rio Grande do Sul. Para Pedro Drummond, porta-voz da Drummond Advisors, que auxilia companhias brasileiras a se estabelecerem nos EUA, o fato de o desempenho da economia americana estar em crescimento abaixo do esperado também não está afetando negativamente o apetite das empresas brasileiras rumo àquele país. “O mercado americano, mesmo crescendo num ritmo um pouco abaixo do esperado, ainda é muito grande para as empresas brasileiras.” Segundo Drummond, o que mais atrai as companhias brasileiras são os incentivos à inovação, o acesso à tecnologia e mão de obra eficiente, o grande mercado consumidor e o acesso a mercados externos. “A economia americana é plataforma para outros países, principalmente para a Ásia. E a presença no mercado americano de empresas de tecnologia é um é um atrativo para outras companhias investirem nas brasileiras.” Na abertura da reunião, Obama ressaltou que os Estados Unidos têm regras para facilitar aportes de capital e custos baixos para investimentos externos, além de mão de obra qualificada e incentivos à inovação. “Nenhum país é tão incentivador da inovação e tem tantas universidades de alto nível como os Estados Unidos”, disse Obama. “O custo da energia é mais baixo aqui do que em outros países. ” Para a secretária de Comércio dos Estados Unidos, Penny Pritzker, Obama “viu o investimento estrangeiro não apenas como um meio de nos tirar da recessão [da crise de 2008], mas como uma avenida que nos permite ter uma relação mais próxima com nossos parceiros e aliados globais”.

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