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Visto H-1B terá novo processamento em 2020: Fique atento para novos prazos e formas de pedido

O visto H-1B, destinado ao preenchimento de vagas técnicas por profissionais com bacharelado ou grau superior, sofrerá alterações no prazo e forma de processamento a partir deste ano de 2020. A partir de agora, os pedidos de visto H-1B deverão ser registrados, primeiramente, por meio de um cadastro eletrônico no novo portal on-line do U.S. Citizenship and Immigration Services (USCIS — Serviço de Cidadania e Imigração dos Estados Unidos), entre os dias 1º e 20 de março. O novo processamento começa com o registro eletrônico de informações básicas sobre a empresa e cada trabalhador cadastrado. Na sequência, o órgão sorteia, dentre os pré-registros, o número máximo de candidatos a esse tipo de visto. Finalmente, tem início o prazo de 90 dias para que os selecionados protocolem suas petições para o visto H-1B. Portanto, fique atento aos seguintes pontos: O registro on-line de petições H-1B será de 1º a 20 de março de 2020. A taxa governamental de registro será de US$ 10 para cada funcionário registrado. Os empregadores que tiverem petições selecionadas terão 90 dias para preparar e enviar uma petição H-1B completa ao USCIS por correio e em nome de cada funcionário selecionado. O “start date” de funcionários com petições aprovadas será em 1º de outubro de 2020. Nos próximos meses, o USCIS publicará outras instruções sobre o novo procedimento, informando aos empregadores como concluir o processo de registro eletrônico, juntamente com as principais datas e cronogramas. Se você pretende aplicar para o visto H-1B ou ainda tem dúvidas sobre a mudança, os advogados da Drummond Advisors estão disponíveis para qualquer esclarecimento. Compartilhar Compartilhar no facebook Compartilhar no linkedin Compartilhar no whatsapp Compartilhar no email Vamos conversar ?

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Programa de trabalho que beneficia estudantes internacionais nos Estados Unidos está em perigo: saiba mais sobre o OPT e seu futuro

Recentes esforços para acabar com o programa OPT vêm sendo assunto nas mídias desde o ano passado. Ações de entidades e congressistas contrários à existência do programa têm preocupado estudantes estrangeiros em todo o país. O Treinamento Prático Opcional (Optional Practical Training – OPT) dá permissão de trabalho automático a estrangeiros com visto F-1 que se graduarem ou pós-graduarem em faculdades nos EUA, permitindo que os alunos trabalhem até 12 meses durante ou após a conclusão dos estudos. Nas áreas STEM (Ciência, Tecnologia, Engenharia e Matemática) a autorização de trabalho pode ser estendida por mais 24 meses. Recentemente, um congressista republicano reuniu forças contra o OPT apresentando o projeto de lei Fairness for High-Skilled Americans Act (Lei da justiça para americanos altamente qualificados), que visa eliminar o programa sob o argumento de que ele prejudica as perspectivas de emprego para os americanos atuando nas áreas de ciência, tecnologia, engenharia e matemática. No último ano, um sindicato de trabalhadores de tecnologia chamado WashTech também ajuizou uma ação no Tribunal Distrital dos EUA, alegando que o Departamento de Segurança Interna (Department of Homeland Security – DHS) excedeu sua autoridade reguladora quando estabeleceu o OPT, argumentando se tratar de um programa de trabalhadores estrangeiros em larga escala sem aprovação do Congresso. Em defesa do programa, universidades norte-americanas afirmam que o OPT é determinante tanto para a capacidade de os estabelecimentos de ensino no país atraírem estudantes internacionais quanto para a qualidade da educação que esses estudantes podem obter. Dados do relatório Open Doors de 2019 confirmam a importância do programa para o país norte-americano. Apenas em 2018/2019, 223.085 alunos utilizaram-se do OPT no momento de obter experiência prática de trabalho após a graduação. Esse número significou um aumento de 9,6% em relação a 2017. O OPT é frequentemente usado como um caminho para o visto H-1B, o visto de trabalho temporário em empregos que exigem habilidades especializadas. Os empregadores norte-americanos costumam contratar trabalhadores via OPT enquanto estes tentam a transição para o visto H-1B — uma categoria de visto que tem cota específica para quem se formou em faculdades nos Estados Unidos. Pedro Drummond, advogado e sócio da Drummond Advisors, pontua “O fim do OPT seria catastrófico para estudantes estrangeiros, universidades americanas e o mercado de trabalho em geral. Estudantes brasileiros, por exemplo, teriam enorme dificuldade de se colocar no mercado americano após a conclusão de cursos nos EUA, já que o OPT serve como uma oportunidade de trabalho imediato, em que o estudante mostra serviço para o empregador e se candidata para um visto de trabalho no futuro. Com o cancelamento do programa, empresas perderiam milhares de funcionários e os canais de novos talentos seriam estreitados”. Mesmo com o avanço de políticas que atingem negativamente o processo de imigração, os EUA continuam sendo um dos destinos mais procurados por estudantes internacionais. No ano acadêmico de 2018/2019, o país atingiu um recorde histórico, recebendo um total de 1.095.299 estudantes internacionais. “As universidades americanas estão entre as melhores do mundo. Não há dúvidas de que vale a pena investir em estudos nesse país”, afirmou Pedro Drummond. Pretende estudar fora do país? Contate um advogado especialista em imigração e saiba como aproveitar essa experiência da melhor maneira.

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