investimento estrangeiro

Green Card e Vistos por investimento: invista e more nos EUA

A Drummond Advisors promoveu o Webinar “Green Card e Vistos por investimento: invista e more nos EUA“ com o objetivo de ajudar quem possui interesse em investir, empreender e morar nos Estados Unidos, mas ainda tem dúvidas sobre o assunto. O evento teve foco no processo e nas estratégias para obter os vistos EB-5, EB-1C e E-2 por meio de investimentos inteligentes e contou com a participação de especialistas da Drummond Advisors e da InvestAmerica. Mila De Olano, Global Development Coordinator – InvestAmerica e Louanni Cesario, Senior Associate – Drummond Advisors Business Immigration Team, foram as painelistas. Pedro Drummond, sócio da Drummond Advisors, foi o moderador do bate-papo. https://youtu.be/Gd6S9cVAnoE Confira o webinar na íntegra em nosso canal do YouTube Veja a seguir os principais pontos que foram abordados durante o painel: Visto E2 O visto E2 é um visto de trabalho temporário, que possibilita que um cidadão de um país com o qual os Estados Unidos mantêm um tratado de comércio e navegação seja admitido nos EUA ao investir uma quantidade substancial de capital em uma empresa americana. Segundo os palestrantes, o fato de o Visto E2 ser consular o torna extremamente vantajoso. Um dos mitos que rondam esse tipo de permissão de entrada é a existência de um valor mínimo de investimento que já está pré-definido, mas não necessariamente é o que acontece na prática. A verdade é que o E2 precisa apenas ter um valor que seja viável e esteja de acordo com o plano de negócio em questão. O E2 pode ser aplicado por um investidor, um executivo, ou até mesmo por um funcionário qualificado que tenha a mesma nacionalidade dos donos da empresa em que irá trabalhar. Embora o Brasil não seja signatário de tratado para visto E-2, brasileiros com dupla cidadania, tais como italiana, alemã, espanhola e outras, podem se valer deste visto. Vale ressaltar que todos os países que possuem consulados americanos costumam processar o E2. Os brasileiros que têm outras nacionalidades que são elegíveis ao E2 devem processar o pedido do visto em seu país de residência. Visto EB-5 Criado pelo governo federal dos Estados Unidos na década de 90, o EB-5 concede ao investidor e aos seus familiares imediatos um “período de residência condicional” inicial de dois anos e, por fim, residência permanente (um Green Card). O objetivo do EB-5 é estimular a economia, sendo assim, quem aplica a esse tipo de Green Card deve, obrigatoriamente, investir em um projeto comercial que tenha como uma das metas gerar, pelo menos, 10 empregos de jornada integral dentro de um período de dois anos. Nesse modelo, o primeiro Green Card é concedido em caráter condicional. Existem duas formas distintas para se candidatar a um EB5: Investimento direto no EB-5 (mínimo de US$ 500.000) ou; Investimento em Centro Regional EB-5 (temporariamente suspenso pelo governo norte-americano). Após o investimento, a aprovação do EB-5 demora, em média, dois anos para brasileiros. EB-1C Para aplicar ao visto EB-1C, a pessoa deve ter mantido um emprego, fora dos Estados Unidos, nos 3 anos anteriores à petição, por pelo menos 1 ano em uma empresa com afiliada no exterior em posição gerencial ou executiva e deve estar procurando ocupar posição gerencial ou executiva em uma empresa afiliada nos EUA. O requerente do visto deve ser uma empresa legalmente estabelecida nos EUA que tenha relação mínima de afiliada com o seu atual empregador. Esse visto é comumente utilizado por empresas multinacionais como continuação do visto L-1A, possibilitando que o gerente ou executivo transferido ocupe posição permanente na empresa americana. Flying Biscuit Criado pela InvestAmerica, o programa Flying Biscuit (www.flyingbiscuit.com) pretende abrir seis novas franquias com a participação de um investidor da modalidade EB-5 em cada uma. A Flying Biscuit foi fundada há 28 anos em Atlanta, Georgia, tendo como especialidade servir café da manhã típico da região sul dos EUA, conhecida como “comfort food”. Saiba mais em: https://investamericap.com/ Ficou com alguma dúvida? Entre em contato conosco pelo e-mail info@drummondadvisors.com. Compartilhar Vamos conversar ?

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Nova resolução altera regras para investidores não residentes no Brasil

Por Camila Cabral Em agosto de 2020, o Conselho Monetário Nacional (“CMN”) publicou a Resolução n° 4.852 trazendo novas regras ao investidor não residente no mercado de capitais brasileiro. Dentre outras disposições, tal Resolução atribuía à Comissão de Valores Mobiliários (“CVM”) dispor acerca do registro desses investidores, inclusive no que diz respeito a uma possível dispensa. Em 18 de novembro de 2020, a CVM editou a Resolução CVM n° 13/2020, que manteve o requisito de registro dos investidores não residentes e estabeleceu diretrizes para tanto, e que entrará em vigor a partir do dia 1° de dezembro de 2020. Essa nova Resolução revoga a antiga Resolução CVM n° 560/2015, a qual, até então, regulava as atividades dos investidores não residentes, bem como revoga as outras Resoluções que a alteraram. A nova Resolução (13/2020) mantém a maior parte do conteúdo da antiga (560/2015), com poucas alterações, dentre as quais podemos destacar a confirmação de dispensa do requisito de contratação do agente custodiante por parte do investidor não residente na qualidade de pessoa física, o que já foi previamente consolidado na Resolução n° 4.852 do CMN. Também dentre as alterações está a exclusão do teor do artigo 8° da Resolução 560/2015, o qual estabelecia prazo de 1 dia útil a contar do recebimento das informações para a produção de efeitos do registro do investidor não residente. Por fim, importa ressaltar, ainda, que o representante legal do investidor não residente está autorizado a digitalizar documentos requeridos, nos termos da legislação que regulamente o arquivo digital de documentos, e, caso os documentos digitais não apresentem danos prejudiciais à legibilidade dos físicos, estes últimos poderão ser descartados. A medida representa mais um passo à modernização de procedimentos internos da CVM, ao autorizar que a digitalização para fins de envio de documentos do não residente, bem como otimização do processo de entrada e registro dos investidores não residentes no Brasil. Confira mais informações no vídeo:

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Empresas brasileiras elevam procura por parcerias nos EUA

[Matéria publicada pelo jornal Valor Econômico]. Por Juliano Basile Em meio à recessão, empresas brasileiras estão buscando os Estados Unidos para diversificar investimentos, reduzir riscos, volatilidade e alcançar tanto os consumidores daquele país quanto novos mercados na Ásia com os quais os americanos possuem tratados comerciais. A embaixadora dos EUA no Brasil, Liliane Ayalde, acredita que os investimentos de empresas brasileiras naquele país poderão ultrapassar o patamar de US$ 22 bilhões, que foi registrado em 2014. A medição de 2015 ainda não foi realizada pelo Departamento de Comércio, mas a busca por novas parcerias de negócios nos EUA está crescendo. Uma demonstração disso é que o Brasil se tornou a sétima maior comitiva do programa SelectUSA, lançado pelo presidente Barack Obama para aumentar os investimentos de empresas estrangeiras nos EUA e que realiza a terceira reunião anual durante esta semana, em Washington. O Brasil só está atrás de quatro asiáticos (China, Japão, Taiwan e Índia), do Canadá e da Suíça. “Hoje, temos empresas pequenas que nunca pensaram antes em fazer investimentos fora do Brasil, e empresas grandes também”, disse a embaixadora, citando a Oxiteno, empresa do setor químico com parceria em andamento com os EUA. “Para nós, isso é muito importante. As companhias têm um número de iniciativas relevantes e conseguem obter muito sucesso no os EUA”, afirmou ao Valor. Para Ayalde, a diversificação de investimentos no exterior pode ajudar as empresas brasileiras no momento de dificuldades econômicas no Brasil. “Há muitas oportunidades de investir, de crescer, de fazer negócios e procurar mercados em outros países também”, afirmou. Segundo a embaixadora, os EUA estão procurando facilitar as parcerias, fornecendo informações sobre os locais mais adequados para se realizar negócios e as condições de investimentos. Dentro do programa SelectUSA, diferentes Estados americanos, como Iowa e Tennessee, procuram atrair companhias estrangeiras para os seus territórios. “Aqui, as empresas vão conseguir muita informação sobre como fazer negócios nos Estados Unidos.” O Brasil tem 48 inscritos na SelectUSA, entre empresas e entidades de promoção de comércio e investimentos. A lista vai desde grandes companhias de trading até empresas menores, como a Rádio Televisão de Uberlândia. A maioria dos inscritos é do Estado de São Paulo (43%). Outros 18% são do Rio de Janeiro, 14% de Minas Gerais e 10% do Rio Grande do Sul. Para Pedro Drummond, porta-voz da Drummond Advisors, que auxilia companhias brasileiras a se estabelecerem nos EUA, o fato de o desempenho da economia americana estar em crescimento abaixo do esperado também não está afetando negativamente o apetite das empresas brasileiras rumo àquele país. “O mercado americano, mesmo crescendo num ritmo um pouco abaixo do esperado, ainda é muito grande para as empresas brasileiras.” Segundo Drummond, o que mais atrai as companhias brasileiras são os incentivos à inovação, o acesso à tecnologia e mão de obra eficiente, o grande mercado consumidor e o acesso a mercados externos. “A economia americana é plataforma para outros países, principalmente para a Ásia. E a presença no mercado americano de empresas de tecnologia é um é um atrativo para outras companhias investirem nas brasileiras.” Na abertura da reunião, Obama ressaltou que os Estados Unidos têm regras para facilitar aportes de capital e custos baixos para investimentos externos, além de mão de obra qualificada e incentivos à inovação. “Nenhum país é tão incentivador da inovação e tem tantas universidades de alto nível como os Estados Unidos”, disse Obama. “O custo da energia é mais baixo aqui do que em outros países. ” Para a secretária de Comércio dos Estados Unidos, Penny Pritzker, Obama “viu o investimento estrangeiro não apenas como um meio de nos tirar da recessão [da crise de 2008], mas como uma avenida que nos permite ter uma relação mais próxima com nossos parceiros e aliados globais”.

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