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Drummond Advisors anuncia aquisição da NS Consulting

Compra visa fortalecer a presença da empresa no mercado das offshores e dos investimentos em real estate   No mês de junho, a Drummond Advisors, consultoria de internacionalização com mais de 10 anos de atuação no mercado de negócios globais, anunciou a aquisição da NS Consulting, empresa especializada em serviços de real estate, compliance, registro e estruturação que atende clientes no Brasil e nos Estados Unidos.  Toda a operação da NS Consulting, incluindo seus mais de 300 clientes, será incorporada pela Drummond Advisors em um processo que deve durar pelos próximos dois anos. “Estamos entusiasmados com essa fusão, pois permitirá que nossos clientes recebam assessoria competente em todas as áreas tributárias e contábeis, tanto nos Estados Unidos quanto no Brasil”, afirma Nelson Slosbergas, sócio da NS Consulting e advogado com mais de 36 anos de experiência em real estate, contratos, serviços corporativos trabalhos societários, tributários e transacionais.  Um dos responsáveis pela negociação, Michel de Amorim, sócio da Drummond Advisors, explica que o histórico e a expertise da NS Consulting foram fatores determinantes para a tomada de decisão. “Essa nova aquisição veio para fortalecer a nossa presença no mercado das offshores e dos investimentos em real estate. Estamos muito felizes e agradecidos em poder contar com os mais de 30 anos de experiência do Dr. Nelson Slosbergas nessa empreitada”, afirma.  A aquisição faz parte da estratégia de crescimento da Drummond. “O objetivo é aprimorar cada vez mais nosso modelo de negócios, que se diferencia do que geralmente é visto nesse mercado. Trabalhamos com o conceito de atendimento “one stop shop” no qual o cliente pode ter todas as suas necessidades atendidas em apenas um só lugar”, comenta Bruno Drummond, sócio e fundador da Drummond Advisors.  Atualmente a companhia conta com 5 mil clientes ativos e uma equipe com 200 colaboradores divididos entre Brasil e Estados Unidos.   Sobre a Drummond Advisors  A Drummond Advisors  presta serviços de consultoria internacional a empresas globais, com foco nas áreas contábil, tributária, jurídica e de desenvolvimento de negócios. Fundada na cidade de Boston, a consultoria ampliou a sua presença para as cidades de Miami, Nova York, Orlando, São Paulo e Belo Horizonte. A empresa conta com mais de 5 mil clientes ativos e uma equipe multidisciplinar de profissionais com certificação, formação e experiência em território brasileiro e norte-americano. 

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Entrega do Annual Report garante registro de empresas nos EUA

Empresas registradas nos Estados Unidos precisam entregar o Annual Report para manter o cadastro ativo e atualizar os dados da companhia, evitando multas e penalidades mais severas. O relatório deve ser apresentado ao governo do estado onde a empresa tem registro. No documento, há campos para inserir informações básicas sobre a empresa, como endereço, composição societária, número de funcionários, e-mails e telefones de contato. Cada estado estipula um prazo de entrega e a cobrança de uma taxa para atualizar o cadastro da empresa. Converse com um CPA para entender quais são os valores para o seu caso. Você pode contar conosco para preencher e entregar o Annual Report da sua empresa. Envie um e-mail para tax@drummondadvisors.com e obtenha mais informações sobre o serviço. Leia mais: Formulários 1099 e W2 devem ser entregues até 31 de janeiro. Saiba o que aconteceu no maior encontro sobre investimento nos EUA.

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Filial norte-americana de empresa brasileira deve cumprir obrigações tributárias nos EUA

Filiais norte-americanas de empresas brasileiras devem ficar atentas às obrigações tributárias impostas pelo fisco dos Estados Unidos. Diferente do Brasil, além do IRPJ – Imposto sobre a renda das Pessoas Jurídicas (Tax Return nos Estados Unidos), as companhias que atuam na terra do Tio Sam também devem cumprir outros encargos fiscais durante o ano. Abaixo, listamos alguns dos principais formulários e relatórios que precisam ser entregues ao Internal Revenue Service (IRS): Annual Report Formulário que garante o cadastro atualizado da empresa. O Annual Report deve ser atualizado anualmente, e o não cumprimento expõe a companhia a multas e penalidades severas. A obrigação deve ser apresentada ao governo do estado onde a empresa tem registro. No documento, há campos para inserir informações básicas, como endereço, composição societária, número de funcionários, e-mails e telefones de contato. Clique aqui para conferir os valores das taxas e os prazos de entrega, que variam de acordo com o local e o tipo de entidade. Franchise Tax Apesar do nome, essa obrigação tributária não tem relação com franquias. A Franchise Tax é aplicada por alguns estados dos EUA a certas organizações empresariais, como corporações e partnerships. O cálculo é baseado no patrimônio líquido ou no capital detido pela entidade. Se você ainda não leu o ebook “Go Global: Estabeleça sua empresa nos EUA”, que desenvolvemos em parceria com o SelectUSA – programa do governo norte-americano que proporciona assistência a empresas estrangeiras – baixe agora clicando aqui e saiba mais sobre as especificidades das operações entre Brasil e Estados Unidos.  Formulário 1042 Sua empresa nos EUA faz negócios com estrangeiros? Fique atento! Toda pessoa física ou jurídica residente fiscal americana que realiza pagamentos a indivíduos ou entidades estrangeiras está sujeita à tributação exclusivamente na fonte. Para ficar em dia com essa obrigação, é necessário informar os pagamentos no formulário 1042. A fonte pagadora, como se chama quem efetua o pagamento, precisa reportar ao fisco dos EUA pagamentos como salários, dividendos, juros, previdências, pensão alimentícia, aluguéis, royalties e comissões. Deve ser preenchido um formulário para cada tipo de pagamento. A alíquota aplicada sobre os pagamentos realizados por withholding agents – aqueles que estão sujeitos à retenção do imposto de renda na fonte – é de 30%. Mesmo pessoas e empresas isentas da retenção são obrigadas a entregar o formulário ao IRS. Informes de rendimentos 1099 e W2 Empresas que contratam mão de obra e serviços nos Estados Unidos devem entregar estes informes de rendimentos ao fisco do país. Empregadores precisam preencher um formulário W2 para cada funcionário assalariado, informando o valor total das remunerações feitas no ano anterior. Já o formulário 1099 deve conter os pagamentos feitos a prestadores de serviço externos que receberam mais de US$ 600. Fique atento, pois além das obrigações citadas acima, existem ainda outras obrigações que sua empresa deve realizar, por isso consulte seu CPA (certified public accountants). Se você ainda não baixou o ebook “Go Global: Estabeleça sua empresa nos EUA”, não perca tempo! Clique aqui e baixe o road map completo com os principais passos para internacionalizar seu negócio.

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O que é o Siscoserv?

Exportar serviços é um salto no processo de internacionalização, e com isso surgem novos deveres. Um deles é o registro das transações no Siscoserv – Sistema Integrado de Comércio Exterior de Serviços, Intangíveis e Outras Operações que Produzam Variações no Patrimônio. O governo federal criou esse sistema para identificar operações de empresas e indivíduos domiciliados no Brasil com o exterior e, com esses dados, fomentar a inserção do Brasil no comércio internacional. O público-alvo do Siscoserv são pessoas jurídicas tributadas no Lucro Presumido e Lucro Real e, também, pessoas físicas cujas operações excedam 30 mil dólares mensais. Entidades enquadradas no Simples Nacional e Microempreendedores Individuais (MEI) estão dispensados da obrigação. O que reportar no Siscoserv A venda ou aquisição de serviços no mercado externo – consultoria e frete, por exemplo – e a transferência ou compra de intangíveis, como direito de propriedade intelectual, marcas, patentes e autorização para explorar recursos naturais. Joice Izabel, sócia da Drummond Advisors, observa que outros tipos de operações com o exterior também são passíveis de registro no Siscoserv. “Devem ser reportadas no sistema transações envolvendo licenciamento, contratos de franquia, arrendamentos, operações financeiras, entre outros”, explica. Como fazer o registro O Siscoserv é acessado pelo Centro de Atendimento ao Contribuinte (e-CAC), no site da Receita Federal e da Secretaria de Comércio e Serviços. Mas, antes de tudo, é necessário ter o certificado digital E-CPF do administrador da empresa, documento emitido por autoridades certificadoras habilitadas pelo fisco brasileiro. O E-CNPJ não possibilita a entrega da obrigação. Quando a informação for prestada por pessoa jurídica ou representante legal de terceiros, também é exigida a procuração eletrônica. Baixe o manual disponível no site do MDIC para saber como preencher em cada módulo do sistema. Quem paga, registra no módulo de aquisição; quem recebe, registra no módulo de venda. Prazo de entrega O prazo de entrega da obrigação termina no último dia útil do terceiro mês após a data de início da prestação de serviço ou da comercialização do intangível. Quais são as penalidades? A legislação prevê três situações passíveis de multas, que podem ser aplicadas de forma concomitante: •    Apresentação fora do prazo – multa de R$ 100,00 a R$ 1.500,00, por mês-calendário ou fração de atraso; •    Não atender à intimação para cumprir obrigação acessória ou para prestar esclarecimentos nos prazos estipulados pela autoridade fiscal – multa de R$ 500,00, por mês-calendário; •    Informações inexatas, incompletas ou omitidas – multa de 1,5% a 3% do valor das transações comerciais ou das operações financeiras relacionadas ao registro. O registro no Siscoserv está entre os serviços de contabilidade oferecidos pela Drummond Advisors. Envie e-mail para siscoserv@drummondadvisors.com e saiba mais. *Joice Izabel é sócia da Drummond Advisors e responsável pelo escritório de consultoria e outsourcing em São Paulo. Bacharel em Contabilidade e pós-graduada em gestão tributária, atua com transações contábeis e fiscais envolvendo empresas do Brasil e Estados Unidos. Leia mais: Hub em Connecticut atrai empresas brasileiras. Quer empreender nos EUA? Veja os passos – e histórias de sucesso.

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Hub em Connecticut atrai empresas brasileiras

Em abril deste ano começa a funcionar em New Haven, no estado americano de Connecticut, um escritório para empresas brasileiras iniciarem operações em território ianque. O Hub 55 terá serviços subsidiados pelo governo de Connecticut e apoio das consultorias Paseli e Drummond Advisors. Empresas de TI contarão ainda com assistência da Softex – Associação para Promoção da Excelência do Software Brasileiro. O Hub 55 terá um escritório mobiliado, onde os recursos serão compartilhados, no campus da Universidade Yale – a duas horas de Boston e Nova York – e ajudará as empresas a construírem seu plano de negócios e prospectarem clientes e parceiros no mercado americano. Além disso, o Hub oferece apoio administrativo bilíngue, acesso ao mercado da costa leste dos EUA e Canadá e networking com investidores, associações e entidades governamentais. Connecticut é um dos principais corredores de negócios da América do Norte e está entre os cinco estados americanos que mais se destacam pela produtividade, qualidade da mão de obra, número de patentes, educação e renda per capita. O estado oferece também incentivos financeiros para as empresas, que poderão realizar empréstimos sob taxas e termos flexíveis. “A localização privilegiada do hub vai impulsionar a entrada de empresas brasileiras no mercado americano, ampliando a participação do Brasil no cenário global”, comenta Bruno Drummond, sócio-fundador da Drummond Advisors. O Hub 55 atenderá, principalmente, os segmentos de TI, aeroespacial e de equipamentos médicos. No entanto, Karina Fensterseifer, gestora da área internacional da Paseli, salienta que negócios de outros setores poderão se qualificar para participar do projeto. A inscrição requer o preenchimento de um formulário, disponível neste link. As vagas são limitadas e serão preenchidas por empresas selecionadas pela organização do projeto. Leia mais: Quer empreender nos EUA? Veja os passos – e histórias de sucesso Saiba o que aconteceu no maior encontro sobre investimento nos EUA.

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Quer empreender nos EUA? Veja os passos – e histórias de sucesso

Fonte: Exame Por Mariana Fonseca São Paulo – Você provavelmente ouviu esta história há alguns anos: um conhecido comprou um imóvel nos Estados Unidos, talvez no estado da Flórida, como uma forma de investimento para o futuro. O ano era 2011; uma época de dólar valia pouco mais do que o real. Com o passar dos anos, você viu a moeda americana se valorizar cada vez mais – e aquele conhecido lucrou muito ao vender o imóvel de antes. Agora, a situação é diferente. Não só a alta do dólar freia o investimento imobiliário, mas o perfil de brasileiro que coloca dinheiro nos Estados Unidos mudou: esse empreendedor não quer apenas investir, mas sim fazer as malas e se mudar, junto com o negócio, para os EUA. Segundo dados do consulado americano em São Paulo, o investimento brasileiro nos Estados Unidos aumentou 89% nos últimos cinco anos – e a tendência é que os aportes continuem a crescer. “É fundamental para qualquer governo fomentar a produtividade econômica – e uma parte importante de tal fomento é atrair investimentos internacionais, sejam eles simplesmente capital ou boas ideias de negócio”, afirma Ricardo Zuniga, cônsul-geral dos Estados Unidos em São Paulo, em entrevista para EXAME.com na Câmara Americana de Comércio Brasil-Estados Unidos (Amcham). Nos últimos anos, o aporte dos criadores de negócios brasileiros cresceu especialmente por conta do quadro de crise econômica: eles perceberam que precisam diversificar seus mercados. “Ao entrar nos Estados Unidos, eles ganham tanto um enorme mercado quanto uma receita em dólares – o que é um hedge natural para a recessão brasileira”, analisa Pedro Drummond, da consultoria Drummond Advisors. Mas só a fuga da crise não justifica a decisão de se mudar completamente – incluindo todo o processo de imigração do Brasil. Manuel Mendes, especialista em estratégia pela Universidade Harvard e executivo da consultoria Boston Innovation Gateway, elenca diversos outros motivos empresariais para apostar no país. “Do ponto de vista da empresa, temos o fato de os Estados Unidos serem um país claro e estável quanto à legislação de investidores e negócios. Também são um polo de atração de mentes brilhantes e de transferência tecnológica, o que é uma vantagem na hora de contratar”, explica Mendes. “Além disso, os EUA são um país com grande potencial de mercado: investir em um nicho pode significar atender praticamente um país, pensando em números de consumo. Quando o negócio consegue vencer nessas condições, ele automaticamente valoriza sua marca no Brasil. Isso é especialmente notado em alguns setores, como moda.” Não há como descartar também fatores ligados à própria vida do empreendedor: é comum ouvir histórias de quem se mudou buscando uma melhor educação profissional ou melhores condições de vida para sua família. Ou, simplesmente, identifica-se mais com a cultura dos Estados Unidos, inclusive ao fazer negócios. O passo a passo para abrir um negócio nos Estados Unidos: 1 — Procure ajuda especializada Assim como existem casos de brasileiros que fizeram sucesso em terras estadunidenses, existem casos de fracasso retumbante. Se você realmente quer empreender nos Estados Unidos, o primeiro passo é procurar programas especializados de apoio à imigração. Felizmente, há diversas iniciativas federais, estaduais e municipais de apoio a quem quer abrir um negócio no país. O SelectUSA, por exemplo, é o maior programa nesse sentido: feito por iniciativa governamental, é um agregador de consultorias e contatos de mercado de diversas regiões e setores estadunidenses, públicos e privados. “O SelectUSA é o primeiro ponto de contato para que os empresários identifiquem em qual mercado irão atuar. A partir daí, indicamos programas, agências e câmaras de comércio correspondentes ao tipo de negócio”, diz o cônsul-geral Ricardo Zuniga. As legislações de cada estado variam muito: algum deles pode ser um polo de atração do seu futuro mercado ou, por outro lado, pode oferecer incentivos fiscais para que você seja pioneiro na região. Enquanto os Estados Unidos oferecem programas de atração de investimentos, o governo brasileiro possui programas de expansão internacional. Segundo Drummond, o principal órgão nesse sentido é a Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos (Apex). 2 — Tenha a ideia de negócio O primeiro cuidado que o futuro empreendedor deve ter é justamente identificar uma ideia de negócio e ter uma estratégia clara de como será sua entrada no mercado. Isso envolve entender claramente quais são suas vantagens competitivas, em relação aos negócios já estabelecidos nos Estados Unidos. “Lembre-se de que um diferencial no curto prazo, como preços baixos por conta de a matéria-prima ser cotada em reais, é algo de curto prazo. Invista em outros aspectos, como um bom pós-venda, capacidade de inovação ou produto de qualidade”, ressalta Mendes. Segundo o consultor, muitos recorrem a empreendimentos já testados, como as franquias, para reduzir o tempo dessa curva de aprendizagem.  3 — Faça um plano de negócios convincente Segundo o cônsul-geral Ricardo Zuniga, é importante ter um plano de negócios estruturado antes de começar negociações e fazer as malas para os Estados Unidos. É preciso mostrar que você possui a capacidade, estrutural e financeira, de arcar com essa operação internacional. “O primeiro passo é fazer um planejamento tributário: entenda qual o custo de fazer negócios lá. O sistema de impostos dos Estados Unidos pode, por exemplo, alterar a margem de lucratividade que você possui hoje no Brasil”, explica Drummond. Depois, vem o planejamento societário: um gestor será responsável apenas pela operação americana ou todos irão administrá-la? Como será a divisão das participações? 4 — Entenda as especificações de visto No aspecto migratório, entra uma questão que costuma gerar dúvidas: dá para empreendedor com o mesmo visto que se usa para viajar para negócios ou para lazer? Antes, é preciso saber que os vistos americanos se dividem por categorias. Os vistos mais importantes para empreendedores são os de categoria B, que servem para visitas de negócio e de lazer; e os de categoria L, para transferência de executivos com conhecimento especializado. O principal visto das empresas que expandem é o L1, que é o de transferência de empresário – é preciso

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Antes de comprar imóvel nos EUA, faça o planejamento sucessório

Os Estados Unidos são o destino preferido dos brasileiros que investem em imóveis no exterior. Segundo dados do Banco Central, mais de um terço do total de investimentos feitos entre 2008 e 2017 por brasileiros no exterior (34,4%) concentrou-se em terras norte-americanas. Os EUA atualmente contam com US$ 2,1 bilhões de capital brasileiro em residências, estabelecimentos comerciais e lotes. Michel de Amorim, CPA  (Certified Public Accountant)na Drummond Advisors, alerta para um ponto pouco lembrado — porém muito importante — na hora de investir no mercado imobiliário americano: o planejamento sucessório. Pensar na própria morte não é muito confortável, mas fazer um planejamento tributário para garantir o bem-estar dos herdeiros deve ser a primeira preocupação de quem vai adquirir uma propriedade nos Estados Unidos. A legislação americana prevê impostos altos para transferência de um imóvel de pessoa física em caso de falecimento — os tributos podem atingir quase metade do valor de mercado da propriedade. “Muitos pensam que o planejamento sucessório significa apenas registrar o imóvel no nome do filho, mas essa não é uma saída confiável e segura”, aponta Amorim. O especialista observa que um investimento que não considera os impostos de sucessão e transmissão pode trazer prejuízos, transformando o benefício de ter uma casa na terra do Tio Sam em dor de cabeça. Caminhos possíveis Segundo Amorim, existem duas formas iniciais de se pensar em uma solução sucessória, partindo da função do bem a ser adquirido. Se a ideia for gerar renda com o imóvel, alugando-o, a sugestão é que a aquisição seja feita em nome de uma pessoa jurídica, abrindo-se uma empresa em território estrangeiro, fora dos Estados Unidos. O especialista explica que, no caso de morte do sócio, a exposição ao imposto de sucessão é reduzida, uma vez que o imóvel é propriedade de uma empresa, e não de uma pessoa física. Apesar de muitos brasileiros acharem que o procedimento pode ser uma artimanha ou contra a lei, Amorim esclarece que a estratégia, desde que realizada de forma correta, não tem nada de ilegal. Porém, se o objetivo for utilizar o imóvel como residência ou para passar férias, sem a intenção de gerar renda, é indicado realizar a transação como pessoa física. Nesses casos, o imposto de sucessão é determinado a nível federal e varia de acordo com a residência fiscal do herdeiro. E, também, a nível estadual, variando de acordo com o local onde estiver o ativo. Em Nova York, por exemplo, o imposto pode ser de 5% até 16%. Amorim lembra que, caso o indivíduo passe em território americano 31 dias do ano atual ou 183 dias nos últimos três anos, incluindo o ano corrente, ele automaticamente se torna residente fiscal e deve explicações ao Internal Revenue Service (IRS), correspondente à Receita Federal no Brasil. Lembre-se: residência fiscal não tem relação com o status imigratório — o indivíduo pode precisar se reportar ao fisco americano mesmo sem green card ou cidadania americana. Leia mais: Entrega do Annual Report garante registro de empresas nos EUA. Saiba o que aconteceu no maior encontro sobre investimento nos EUA.

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Saiba o que aconteceu no maior encontro sobre investimento nos EUA

A fala de Ricardo Zuniga, cônsul-geral dos Estados Unidos em São Paulo, sobre o valor da parceria Brasil-EUA deu o tom da 3ª Conferência SelectUSA Brasil. Ele afirmou que o investimento direto brasileiro no país americano cresceu 89% entre 2011 e 2015. “O Brasil é a maior fonte de investimentos dos EUA na América do Sul”, disse. As subsidiárias de empresas brasileiras em território ianque, acrescentou, exportam 5,6 bilhões de dólares em produtos e serviços para outros países. O interesse em fazer negócios nos Estados Unidos levou mais de 230 empresas brasileiras a participarem da terceira edição do evento organizado pelo programa do governo americano SelectUSA, que estimula o investimento estrangeiro nos EUA, entre os dias 6 e 9 de dezembro em São Paulo, Curitiba e Porto Alegre. Esta edição teve representantes dos estados de Connecticut, Flórida, Geórgia, Maryland e Minnesotta, além de palestras e painéis com especialistas no assunto sobre os desafios e benefícios de entrar no mercado americano. “O plano de negócios é a base da internacionalização. Abrir uma empresa nos EUA não significa apenas uma mudança de endereço, mas a criação de uma estratégia inteira para o novo investimento”, pontuou Bruno Drummond, sócio da consultoria internacional Drummond Advisors. Havia empresas de vários ramos, com destaque para os setores de TI, alimentos e bebidas e cosméticos. Quase um terço do público total atua em um desses segmentos e cerca de 70% nunca realizaram atividades comerciais nos EUA. Metade dos participantes buscam abrir uma subsidiária ou afiliada nos EUA; uma parte expressiva quer iniciar ou ampliar exportações (39%) e o restante deseja encontrar fornecedores para importar para o Brasil (11%). Leandro França, gerente de comércio internacional da Orbi Química, foi pela segunda vez ao evento. Neste ano, ele subiu ao palco para compartilhar sua experiência com a plateia. “Participar do SelectUSA foi o passo inicial da internacionalização da Orbi. Entendemos a necessidade de escolher um estado americano para investir, os trâmites da abertura da empresa nos EUA e o processo de obtenção de visto”, conta França. A fabricante de soluções para o setor automotivo, industrial e de construção civil está na fase de licenciamento dos produtos nos EUA e planeja abrir uma subsidiária no estado da Geórgia. Leia mais: Quer trabalhar nos EUA? Veja o passo-a-passo para imigrar. Empresas brasileiras elevam procura por parcerias nos EUA.

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Estão abertas as inscrições para a 3ª Conferência SelectUSA Brasil

A Drummond Advisors será palestrante da terceira edição da Conferência SelectUSA Brasil, organizada pelo programa do governo norte-americano SelectUSA para facilitar o investimento de empresas brasileiras nos Estados Unidos. O evento acontece entre os dias 6 e 9 de dezembro em São Paulo, Curitiba e Porto Alegre, onde discutirá os principais passos da internacionalização, além de fornecer informações exclusivas sobre o acesso ao mercado ianque. Realizada também pelo Serviço Comercial dos Estados Unidos no Brasil, a conferência proporciona aos participantes contato direto com entidades governamentais, especialistas e cases de sucesso. A programação inclui seminários e reuniões pré-agendadas com importantes players que atuam no mercado americano e agências de fomento de cinco estados do país: Flórida, Connecticut, Geórgia, Maryland e Minnesota. Confira datas e locais do evento: 6/12 – Terça-feira, Conferência SelectUSA Brasil/ São Paulo 2016 Local: Amcham Brasil – São Paulo 7/12 – Quarta-feira, Conferência SelectUSA Brasil/ Curitiba 2016 Local: Amcham Brasil – Curitiba 9/12 – Sexta-feira, Conferência SelectUSA Brasil/ Porto Alegre 2016 Local: Federação da Indústria do Rio Grande do Sul (FIERGS) Programação: 08h às 08h50 – Credenciamento e café da manhã 08h55 às 12h45 – Seminário “Como abrir uma empresa e prosperar nos EUA” 12h45 às 14h – Almoço de negócios 14h às 17h – Salas de atendimento individual com experts e agências de fomento econômico dos EUA Faça sua inscrição gratuita pelo website da conferência. Leia mais: Empresas brasileiras elevam procura por parcerias nos EUA.

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Quer trabalhar nos EUA? Veja o passo-a-passo para imigrar

Matéria publicada na Exame. Por Cláudia Gasparini Abertos historicamente à entrada de estrangeiros, os Estados Unidos são o país que mais recebe imigrantes no planeta. A preferência global não é infundada: em 2016, o país foi considerado o 3º melhor destino para profissionais de outras nacionalidades, com base em critérios como grau de desenvolvimento e qualidade de vida. Isso para não falar na verdadeira explosão de vagas de emprego registrada em algumas cidades americanas no ano passado. A vontade de ingressar nesse mercado de trabalho promissor — e ganhar em dólar — é compartilhada por muitos profissionais brasileiros. Porém, é necessário percorrer uma longa trajetória até conseguir a permissão para trabalhar em solo ianque. Por onde começar essa viagem? Em parceria com a Amcham (Câmara Americana de Comércio) do Brasil, a consultoria Drummond Advisors, especializada na assessoria jurídica, tributária e contábil de empresas americanas e brasileiras, elaborou um guia sobre as regras americanas para a imigração. Veja a seguir um passo-a-passo baseado no material, que pode ser acessado na íntegra no site da Drummond, na aba “Guias”: 1. Consiga uma oferta de emprego “Ninguém acorda num belo dia e decide que vai trabalhar nos Estados Unidos”, diz Pedro Drummond, sócio da Drummond Advisors. Na esmagadora maioria dos casos, você só poderá fazer as malas se receber uma proposta de trabalho numa organização americana, como uma empresa ou universidade. Há raras exceções a essa regra. Uma delas é o EB-1, tipo específico de green card que pode ser solicitado por pessoas com “habilidade extraordinária” nos campos da ciência, das artes ou dos negócios, entre outras destinações. Para solicitá-lo em função de uma competência excepcional, não é preciso apresentar uma oferta prévia de trabalho: basta ter provas da sua excelência, tais como diplomas, cartas de recomendação, prêmios e publicações acadêmicas. Esses documentos serão avaliados e julgados pelo USCIS (US Citizenship and Immigration Services), um dos diversos órgãos governamentais dos Estados Unidos que cuidam de questões ligadas à imigração. 2. Avalie qual é o melhor tipo de documento para você Se você é como a maioria das pessoas, só vai conseguir entrar para trabalhar legalmente no país se tiver uma ligação prévia com uma instituição americana. Se já conseguiu esse vínculo, o próximo passo é verificar qual é o tipo de documento mais indicado para o seu caso. Para começar, diz Drummond, é preciso diferenciar os conceitos de visto e green card. O visto permite a entrada em solo americano, mas normalmente é válido por um determinado período e só para as atividades especificamente definidas no documento. Já o green card concede o direito de viver nos Estados Unidos para sempre e trabalhar em qualquer função, exceto aquelas que exigem cidadania americana. Via de regra, a escolha do melhor documento será feita pelo candidato em parceria com a instituição americana que o receberá, com o possível acompanhamento de um advogado ou consultoria especializada. Prepare-se: há uma miríade de possibilidades. Na categoria de vistos, por exemplo, existe o H-1B, destinado a profissionais técnicos com curso superior; o H-1C, voltado para enfermeiros; e o H-3, específico para trainees. Os vistos da categoria F são os mais adequados para estudantes acadêmicos e seus dependentes, ao passo que a categoria L se destina à transferência de executivos com conhecimento especializado do seu país de origem a uma empresa dos Estados Unidos. O guia feito pela Amcham e pela Drummond apresenta todas as espécies de vistos e green cards, em detalhes. 3. Providencie a petição A solicitação oficial do seu documento ao órgão de imigração competente cabe à instituição americana em que você vai trabalhar. Mas é importante que você compreenda e acompanhe o processo do início ao fim. O USCIS (US Citizenship and Immigration Services) é a agência responsável pela análise prévia de alguns pedidos de visto, como o L-1, enquanto outros podem ser pedidos diretamente aos consulados, como o B-1. O DOL (US Department of Labor) precisa ser ouvido previamente em alguns casos de visto ou green card. Cada tipo de permissão tem um prazo específico para ser solicitado. O H-1B, por exemplo, precisa ser pedido no mês de abril. Conhecer o calendário oficial para as petições é importante para determinar qual é o melhor documento para você, sobretudo se você não puder esperar muito tempo para concluir o processo. 4. Prepare-se para a entrevista Feita e aprovada a petição, o próximo passo é agendar uma entrevista em um Centro de Atendimento ao Solicitante de Visto (CASV) e na embaixada ou consulado mais próximo. As perguntas feitas pelo oficial dependem muito do tipo de documento que você está solicitando. Por exemplo: se você pediu o visto B-1, voltado para atividades temporárias relacionadas à sua profissão no país de origem, as questões provavelmente terão como foco o seu vínculo com o Brasil. Para H-1B, o objetivo da entrevista será apenas checar e validar o que já foi apurado nos documentos. Já no caso de L1, o encontro também servirá para medir o nível de inglês do candidato. É obrigatório ir para a entrevista munido de todos os documentos necessários para comprovar os requisitos básicos do visto pedido. Para chegar bem preparado à conversa, diz Drummond, a dica principal é dominar a linha de argumento da sua petição. 5. Verifique se é necessário tomar providências pós-imigração Uma vez estabelecido nos Estados Unidos, você pode pedir a alteração do seu tipo de documento: são os casos conhecidos como “mudança de status”. Se você entrou como estudante (F-1), por exemplo, pode pedir a alteração para H-1B, o que lhe permitirá trabalhar. Esse pedido deve ser feito ao USCIS. Se você está fora dos Estados Unidos, a solicitação deverá ser feita pelo chamado “processo consular”, em que o USCIS aprova o pedido e o candidato vai ao consulado solicitar o visto para a primeira entrada nos Estados Unidos sob a nova categoria. Também vale verificar se você não se tornou um residente fiscal americano, obrigado a declarar imposto de renda e pagar tributos para os Estados Unidos. Quem tem green

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