Inbound Brazil Tax

Taxa Selic sofre mais um aumento e atinge 6,25% ao ano

O Comitê de Política Monetária (Copom) anunciou o aumento da taxa Selic em 1%, saltando de 5,25% para 6,25% pontos, o maior nível desde julho de 2019. É a quinta vez que a taxa sofre aumento no ano de 2021. O Copom afirmou em nota que não pressente outro aumento nesse tamanho. A próxima reunião para definir a nova Taxa Selic acontecerá no final de outubro. O comitê também divulgou a ata da reunião, a qual informou que o aumento poderia ser maior que 1 ponto, mas chegou à decisão de que o aumento era adequado para assegurar a convergência da inflação para a meta estipulada pelo CMN (Conselho Monetário Nacional) em 2022, que é de 3,50%. De acordo com pesquisa realizada pelo Banco Central, que contou com a participação de mais de cem instituições financeiras, analistas do mercado projetam que a taxa de juros seguirá aumentando, podendo chegar até a 8,25% no final do ano. Em agosto, a taxa também apresentou aumento de 1%, quando saltou de 4,25 para 5,25 pontos percentuais. Na época, a justificativa do aumento foi para encarecer o crédito e estimular a poupança. A Selic, ou taxa básica de juros, é utilizada por bancos públicos e privados para o cálculo de juros. Um dos objetivos da taxa é regular a inflação. O Copom opera com a Selic de acordo com as expectativas econômicas do país e de como o governo pode agir para ocorrer um equilíbrio financeiro. Escrito por Marcos Ferreira, assistente de conteúdo da Drummond Advisors Compartilhar Compartilhar no facebook Compartilhar no linkedin Compartilhar no whatsapp Compartilhar no email Vamos conversar ? Notícias relacionadas

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Taxa Selic sofre novo aumento, dessa vez de 4,25% para 5,25% ao ano

O Comitê de Política Monetária (Copom) anunciou o aumento da taxa Selic em 1%, tendo um salto de 4,25 para 5,25 pontos percentuais. Após o Copom, o mercado financeiro está projetando que a taxa possa chegar até 7,50% em dezembro e se estabilizar em 2022. O Banco Central utiliza a taxa básica de juros, a Selic, para alcançar a meta de inflação. Nesse caso, o aumento ocorreu para encarecer o crédito e estimular a poupança. A instabilidade inflacionária é um dos principais fatores para o aumento da taxa de juros. O próximo encontro do Copom acontecerá em setembro, onde mais uma alta da taxa está prevista. Dessa vez, espera-se que a taxa salte para 6,25% ao ano. Em junho, a taxa sofreu um aumento de 0,75%, quando saltou de 3,5 para 4,25 pontos percentuais. Lembrando que a taxa tem crescido gradualmente desde o início do ano, quando fechou em 2,75% em março, e em maio foi para 3,5% ao ano. Escrito por Marcos Ferreira, assistente de conteúdo da Drummond Advisors Compartilhar Compartilhar no facebook Compartilhar no linkedin Compartilhar no whatsapp Compartilhar no email Vamos conversar ? Notícias relacionadas

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Copom aumenta taxa básica de juros de 3,5% para 4,25% ao ano

O Comitê de Política Monetária (Copom) anunciou, na quarta-feira (16), o aumento da taxa Selic em 0,75%, tendo um salto de 3,5 para 4,25 pontos percentuais. O aumento visa conter uma pressão inflacionária, a taxa cresceu pela terceira vez consecutiva desde março. A decisão de aumentar a taxa básica de juros já era esperada pelo mercado financeiro, de acordo com pesquisa realizada pelo Banco Central (BC), que posteriormente confirmou o aumento de 0,75 ponto percentual. A Selic, ou taxa básica de juros, é utilizada por bancos públicos e privados para o cálculo de juros. Um dos objetivos da taxa é regular a inflação. O Copom opera com a Selic de acordo com as expectativas econômicas do país e de como o governo pode agir para ocorrer um equilíbrio financeiro. Fatores como o aumento dos preços das commodities (produtos de origem agropecuária ou de extração mineral, produzido em larga escala e destinado ao mercado externo), somados a alta do combustível, a crise hídrica e o valor do dólar acabaram elevando inflação nos últimos meses, contribuindo para o aumento da Selic. Segundo o Banco Central, a atividade econômica brasileira continua mostrando evolução mais positiva do que o esperado, apesar da intensidade da segunda onda da pandemia do coronavírus. O BC também informou que a próxima reunião do Copom, marcada para os dias 3 e 4 de agosto, foi sinalizada uma continuação do processo de normalização monetária com outro ajuste da mesma magnitude, ou seja, a Selic pode sofrer novo aumento. Para o próximo ano, o BC tem como previsão do mercado financeiro que a taxa Selic fique em 3,78% a.a. Compartilhar Compartilhar no facebook Compartilhar no linkedin Compartilhar no whatsapp Compartilhar no email Vamos conversar ? Notícias relacionadas

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